terça-feira, 10 de abril de 2012

Como montar sua Roda Fixa


A Enduro Bikes agora esta vendendo bikes fixas. São duas bikes com guidão semi-reto ou reto ou bullhorn não me lembro, são bikes de marca e por isso não são baratas estão por volta de 2 mil. Como não esta na moda vão passar um bom tempo por lá, infelizmente Jampa ainda não descobriu a maravilha de uma roda fixa, Os aleycats(corridas), olimpiadas reuniões noturnas subidas de montes brevês  desafios intercidades etc...
Más para vc não ficar por fora do que acontece pelo Brasil resolvi dar uma força.
Você pode sai na frente entre seus amigos mostrando que esta antenado nas novidades sobre bikes e tirar uma de Cult. Agora se você já leu o assunto ou gostou dessa matéria deseja ter uma na sua coleção e não tem 2 mil pra pagar eu vou te ensinar como fazer sua propria roda fixa, vai sair por volta de 700 paus pra ficar boa e vc vai gostar.


Pra começar vc vai precisar:
ANEL, PINHÃO E CUBO DE PISTA

Pinhão fixa para aumentar ou diminuir a relação e  um cubo especial de pista  com  modelo  flipflop que pode ser fixa de um lado ou seja rodar pedal e roda junta(catraca fixa) para frente ou para trás ou single do outro lado com apenas uma catraca(1 relação)

QUADRO DE PISTA ENCAIXE HORIZONTAL
Quadro de pista ou fixa (caloi 10) O encaixe horizontal ajuda esticando a corrente e evita que a roda(pneu) saia, pois a força é muito grande.

GUIDÃO BULLHORN
Você pode usar o modelo que for mais confortável não existe preconceito apenas quanto menos melhor

COROA SINGLE
Coroa de 1 relação simples sem marcha.

ROUPAS DA TRIBO
Camisa, calça, tênis existe todo um personagem que te vai identificar entre os demais.


Agora é só começar a desfilar sua fixa diferente de tudo que vc já viu ou usou, vc vai chamar atenção, más lembre-se o pedal roda igual com a roda traseira e vc não existe freio, isso indica muitas quedas no inicio então use capacete e coloque um freio até vc dominar a técnica de frear com a roda traseira. Boa sorte temos mais matérias sobre roda fixa no inicio do blog ou no meu blog http://rodafixaparaiba.blogspot.com.br/qualquer duvida escreva para: jairocenturião@globo.com.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Exemplo


Ser mal educado não é privilégio de Paraibano, no sul onde mais se usa a bike seja como transporte ou passeio o desrespeito é comum.
As ruas da zona sul de São Paulo duas das principais avenidas que cortam o bairro, a Rouxinol e a Pavão, ganharam uma ciclofaixa permanente, pintada de vermelho, no lado esquerdo da via!
O trajeto já está todo pintado, mas a ciclofaixa ainda não foi inaugurada oficialmente. De acordo com reportagem do Radar SP.

Ao contrário da Ciclofaixa de Lazer de São Paulo, que só funciona aos domingos e feriados, as ciclofaixas de Moema são permanentes e estão ativas todos os dias. Na ciclofaixa, não existe separação física por meio de muretas ou grade entre as faixas para bicicleta e o restante do tráfego, e o espaço do ciclista deve ser respeitado pelos veículos.
Em alguns trechos da ciclofaixa, que tem três quilômetros no total, as vagas de estacionamento de veículos foram deslocadas para a direita, e a coisa pode ficar meio confusa. Com os carros estacionados praticamente no meio da rua, os ciclistas ficam ‘invisíveis’ para quem entra em garagens ou estacionamentos comerciais, o que pode ser perigoso.


Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, os carros que invadirem o espaço poderão ser multados. A CET não informou o valor da multa, mas disse que na primeira etapa haverá apenas orientação aos motoristas e ciclistas para, só depois, começar a aplicar multas. Isso aqui não é uma realidade para nós, pois até carros estacionam em locais proibidos e em calçadas.

Além do desrespeito de alguns motoristas que estacionaram sobre a ciclofaixa, a mudança no bairro de Moema gerou polêmica entre alguns comerciantes, que não gostaram de perder as vagas de estacionamento na rua. Em comentário na Folha de S. Paulo, uma dona de padaria criticou a medida e afirmou: “Isso é um perigo. Imagina os atropelamentos que vão ter nessa faixa. A pessoa entra na loja, não vê a bicicleta e acaba atropelando”, disse.

O comodismo é geral sempre que nos atinge só queremos ver o nosso lado. Queremos andar nas ruas e não nas calçadas, queremos que parem para o pedestre na faixa, más nunca paramos, queremos que os ciclistas andem em suas vias más na praia eu as uso para passear e assim vai, educação não se cria do dia para a noite existe sempre o interesse pessoal que sobressai tem que haver uma educação que comece nas escolas para as crianças e ai como diz a Biblia: 

¨Ensina acriança no caminho que deve andar e ainda que cresça não se esquecerá¨...
Retirado texto de http://www.euvoudebike.com/


PRA VOCE ENTENDER
 

Não me faça usar o TANK


Você deve se lembrar daquele prefeito de Vilnius, capital da Lituânia, que pegou um tanque de guerra para esmagar carros que estavam estacionados nas ciclofaixas da cidade.  Mas se você não lembra, veja o vídeo abaixo:
Nesta semana, Zuokas apareceu com mais um vídeo na web. Durante uma visita a Nova York, o político cicloativista começou a colar adesivos com os dizeres ‘não me faça pegar o tanque’ nos carros estacionados sobre as ciclofaixas da cidade. Hilário e ao mesmo tempo muito educativo.
Bem que o Prefeito de João Pessoa poderia fazer o mesmo, na praia do Cabo Branco e de Tambaú, me refiro ao tank. Kkkkk, brincadeira tudo não passou de uma forma campanha pois por lá também existem idiotas com seus carros que acreditam são os donos das ruas, calçadas, e etc. A prefeitura tenta conscientizar a população.
O nosso prefeito poderia começar com a criação de ciclovias, já que não da pra incentivar o ciclismo seria bem aceito o cuidado com aqueles que já usam a bike como meio de transporte.

Curta o video.

Retirado de:http://www.euvoudebike.com/ 

O segundo video é tão bom quanto.
 

sábado, 10 de dezembro de 2011

Como calcular marchas


Um site bem simples, com  uma ferramenta bastante útil para nós ciclistas. Ele possui uma calculadora de marchas, que mostra a relação de marcha e as velocidades referentes a cada combinação entre a coroa e as catracas da bicicleta.
Como fazer:  Você coloca as seguintes informações: Tamanho da catraca, tamanho da coroa, tamanho do pedivela e tamanho do pneu.


É só alimentar a planilha com essas informações e o site já faz todos os cálculos
Por exemplo: com as informações que estão ai em cima, os resultados são os seguintes:


Outra ferramenta bacana que o site oferece é a alteração nos resultados. Por exemplo, se você mudar o RPM, ele vai te trazer novos resultados. Vejam só o exemplo:


O resultado é o seguinte: com a relação de 49 x 17 a 90 RPM, a velocidade é de 32,7km/h. Se aumentar o RPM para 100, a velocidade vai para 36,3km/h.
Esse site foi originalmente desenvolvido para pessoas que utilizam bicicleta de pinhão fixo. Dessa forma eles podem planejar qual relação colocar na bike, já que não tem como trocar de marcha durante o pedal, eles precisam ter essas informações para trocar a relação de marcha antes de sair para pedalar.
Limitação
A menor opção de catraca que eles colocaram foi de 13 dentes e a maior de 22. A maioria dos cassetes de speed possuem catracas que vão de 11 a 23 ou 25 dentes. No MTB a amplitude é ainda maior. Portanto algumas simulações não serão possíveis. Mas nesse caso, acesse essa planilha que criamos, que possui todas as relações possíveis.

Bastante útil.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

CALOI 10


Caloi 10 (Standart) – 1972 – 1990: Cubos em alumínio Sunshine sem blocagens, aros Ukairim, avanço e sistema de freios Dia-Compe em alumínio, pé-de-vela Sugino em aço cromado, câmbios SunTour (Spirt dianteiro/Honor traseiro), pedais KKT – tudo Made in Japan até aqui – catraca Regina (Made in Italy), guidão e canote em aço cromado, selim Caloi. Em 1979, com a saída de linha da Sportissima, a Caloi 10 Standart recebe itens desse modelo: blocagens Sunshine nos cubos, suporte para caramanhola e alguns modelos recebem guidão Dia-Compe em alumínio (raro), bem como outros chegam às lojas sem as blocagens. Em 1983 o modelo começa a perder suas peças importadas, ganhando itens do modelo mais básico Sprint: coroas HPK (Japan) ou Ducor (nacionais), pedais sem marca ou Ducor, banco Ducor-Caloi. Em 1987, com o fim do modelo básico Sprint se aproximando, a Caloi 10 recebe os câmbios Dimosil nacionais e cubos em aço. Ao sair de linha, em 1990, a Caloi 10 não é nem sombra do modelo de excelente qualidade que foi nos anos 70 e começo dos 80. Só o bom quadro permaneceu. A qualidade se faria presente nas séries especiais (abaixo).
Caloi DEZ – 1974 / 1975: mesmos itens da Caloi 10 Standart, apenas câmbio traseiro SunTour GT Power e trocadores com alavancas diferentes da mesma marca. Escrita no quadro era “DEZ” e seus adesivos eram diferenciados.
Caloi Sportíssima – 1975 – 1979: quadro com nova geometria, tubos em aço com diferente tratamento térmico e cachimbos diferentes, guias para conduítes no próprio quadro. Os componentes são os mesmos da Caloi 10 Standart, mas os cubos contam com blocagens, o pé-de-vela é inteiramente em alumínio, protetor de raios traseiro em alumínio, o guidão é de alumínio e há suporte para caramanhola no quadro. É mais leve que a Caloi 10 e custa o dobro! Na época tinha reputação de modelo semi profissional.
Caloi 18 Titanium 1978-79: raríssima série das bicicletas utilizadas pela equipe Caloi da época. Seu grupo era o Campagnolo Record. Era feita com tubos de Titanium e cachimbos em alumínio, sendo levíssima. Muito provavelmente o quadro era feito na Europa e apenas ganhava adesivos "Caloi" no Brasil. (Segue foto de informe da Revista Duas Rodas Motociclismo de outubro de 1978)
Caloi Sprint – 1979 – 1988: modelo barato da Caloi 10 lançado para conter o avanço das Monark 10 básicas. Pé-de-vela Duque nacional, cubos em aço comuns, aros em aço cromado nacionais, mesa, canote, guidão, sistema de freios, tudo em aço cromado nacional, pedais de plástico. Custava praticamente metade da Caloi 10 Standart. É um modelo comum de ser encontrado.
Caloi 10 Racer: série produzida em 1978 e 1979 destinadas a ciclistas em fase de profissionalização. Era, na verdade o modelo Sportíssima com componentes em duralumínio, sendo ainda mais leve. Considerada semi profissional.
Caloi 10 Profissional: modelo produzido em 1978. Na verdade é a mesma bicicleta utilizada pela equipe Caloi de ciclismo profissional, com quadro em tubos Columbus de cromoly e componentes top Shimano ou Campagnolo. Alguns modelos utilizaram grupos Zeus, espanhóis.
Caloi 15: feita em 1978 e 79, nada mais é que a Caloi 10 com pé de vela triplo, o que lhe dá mais 5 marchas na relação. Mais pesada, mas com relações mais curtas possíveis pela coroa menor, teve relativo sucesso, chamando mais a atenção pela novidade do maior número de marchas.

Caloi Sprint RT – modelo dos anos 80 que era a Sprint comum mas já toda nacionalizada, inclusive o sistema de câmbios, sendo os Dimosil nacionais.
Caloi 10 Concorde – 1988: rara série que mostra um pouco do que fora a Caloi 10 Standart, que já nessa época estava toda nacional e a qualidade das peças japonesas se perdera por completo. A Concorde conta com coroas nacionais Dimosil e algumas vieram com câmbios Dimosil nacionais, outras com o sistema SunTour Spirt/Honor padrão “das antigas”. Seu diferencial são os cubos com blocagens Sansin e aros Tecnall franceses, bem como uma estranha blocagem de selim. A combinação de cores eram branca e azul com adesivos vermelhos, e branca e preta com adesivos em tons cinza. Seu defeito era ter os pedais em plástico (!!!) das falecidas Sprint... Algumas vieram com suporte para caramanhola no quadro.
Caloi 10 Triathlon – 1985: bicicleta importada com quadro e garfo em cromoly produzido pela SunTour japonesa, grupo completo Shimano 600 de competição da época, recebia apenas os adesivos Caloi no Brasil. Apenas na cor azul metálica. Muitos afirmam que apenas 100 modelos foram importados e vendidos no Brasil, outros já falam em 200 unidades.. É uma verdadeira bicicleta de competição à qual a Caloi somente aplicou o nome “Caloi 10” numa boa jogada de marketing, dando status à linha.
Caloi 12: 1990 – 1994: modelo de despedida dessa clássica bicicleta. Tinha ótimos componentes, relembrando novamente a qualidade das primeiras Caloi 10 da década de 70, mas cobrava por isso. Coroas Sakae SX Japan com braços em alumínio, catracas Regina Italy, aros em alumínio Araya 700, câmbios SunTour Accushifit 2000, trocadores no quadro, freios Dia Compe Japan, canote e avanço SR em alumínio e guidão em alumínio, pedais MKS Japan em alumínio, cubos Sansin SE com blocagens, selim Iscaselle Italy. Detalhe interessante é que essa bicicleta utilizava o mesmo quadro com cachimbos diferentes das antigas Sportissima! Apesar de poder vir em outras cores o modelo cor chumbo é sem dúvida o mais comum.
Caloi 12 Super Italy – 1997-1996: modelo da Caloi 12 que recebia grupo Gipiemme italiano, que na época rivalizava com a Campagnolo! Freios, cubos, câmbios, coroas, tudo Gipiemme; recebia também um garfo Gipiemme, cromado e mais leve que o padrão, resultando em uma bicicleta mais leve. Guidão e avanço Ciclomam em alumínio e aros Jorsin em alumínio. Apenas nas cores azul metálico, rosa metálico e verde claro metálico. Bicicleta considerada de alto nível, último estágio dos quadros de aço da Caloi, depois dessa viriam as Strada em alumínio.

Caloi Eddy Merckx – anos 90: modelo feito pela empresa de Eddy Merckx (Bélgica) que, em associação com a Caloi brasileira, permitiu que a empresa colocasse seu nome nas bicicletas, resultando numa das mais belas bicicletas dos anos 90. O quadro e garfo em cromoly era muito leve e recebia componentes top da Campagnolo ou Shimano. Há versões com alavancas de câmbios no quadro e versões com os STI modernos. Equipou a equipe Motorola norte americana no início dos anos 90 onde um tal de Lance Armstrong pedalava! Essa bicicleta chegou a ganhar muitas corridas de renome e realmente alavancou muito o nome “Caloi”. Muito tempo depois ainda era vista em corridas. A beleza de suas linhas clássicas combinadas com sua bela pintura a tornaram também sucesso estético junto aos ciclistas, sempre atraindo muito a atenção. Foi o supra sumo dessa série originada nas Caloi 10 e é, junto das séries Titanium e Triathlon, as únicas “Caloi 10” a receberem status de top!
Esse texto é um trabalho inacabado e alguns detalhes podem conter informações incompletas. Se alguém souber mais detalhes e/ou conhece mais modelos e séries especiais da Caloi 10, entre em contato para eu fazer as devidas correções e inclusões na lista. Abraços e ótimas pedaladas a todos vocês que acessam este singelo blog!


FONTE: http://oficinadasclassicas.blogspot.com/

Descaso com os ciclistas

Mais uma vez a Prefeitura de João Pessoa esqueceu de criar um espaço para os ciclistas. Desta vez foi no recapeamento da Av. Ruy Barbosa no Bairro da Torre. Até quando vamos esperar, o local tem uma via que foi alargada retirando o estacionamento com placas de proibido estacionar, liberando a via para até dois carros lado a lado nos dois sentidos más que nunca foi respeitado e sempre tem carros estacionado impedindo o trânsito e ausência de fiscalização. Esse espaço entre carros poderia ser colocado uma ciclofaixa para as bikes.


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Nova bike

Peguei minha antiga Roda fixa e transformei numa Single Speed para meu garoto pois o quadro é muito pequeno para mim, estava com dificuldades para andar e dar skids, então comprei um novo quadro velho de caloi 10 e já estou montando uma nova bike tipo Single Speed, para depois passar para uma Roda Fixa.
Esta quase pronta, ai estão as fotos da antiga azul com guidão reto e a nova na cor preta.
Quando estiver pronta mando mais fotos.





A nova aguardando simples complementos